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Para não esquecer tão cedo


Na fotinho acima esperando os caras da mudança no apê antigo. Calorão, sem banho. Era para ter sido de manhã, mas o porteiro disse que eu tinha saído ¬¬ e eles foram embora. Aí só pude fazer a mudança de noite. Chegando no apê novo, quem disse que tinha luz? Tive que esperar até a manhã seguinte para colocar os móveis dentro do apê novo. A minha sorte é que do lado do apê novo tem um hotel com um café da manhã ótimo.


Apê novo assim que descarregaram.


Como estava ontem. Detalhe no suco de melancia na taça de vinho, porque nem mexi na caixa com louça.


E a pausa pro pc.

Quero a minha mãe!

Lilac Mouton


Depois de uma novela e muitos pepinos, estou no apartamento novo. "Gatiei" a internet do vizinho para utilizar nesses dias que vou ficar sem. Tô moída, mas muito feliz.
Desempacotei uma boa parte das caixas, mas ainda falta um tanto.


Bom, falando de coisas boas. Terminei minha primeira casinha do SAL Moutons. Na foto acima uma bailarina de coração, roubada do estoque de scrap da mãe.


Adorei essa florzinha, no detalhe outra bailarina no miolinho da flor.


Li alguns recados mas ainda não pude responder, só vim mesmo dar um Oi e agradecer pelo carinho *-*
Porque mesmo sem postagens novas, as visitinhas continuam! Ainda vou ficar desaparecida por uns dias, mas assim que der, apareço!

Sem internet por alguns dias :/

Hoje, fomos pedir a transferência da net para o novo apê e devido a algumas coisinhas, eles não vão poder transferir por um tempo. O morador anterior ainda não cancelou a conta ¬¬
Mas já estou com as chaves e a mudança é amanhã de manhã. Então, não sei quando vou voltar a ter internet, só para avisar.
Bjos!

Mama Noel


Essa é a primeira parte do quadrinho da Mama Noel. Faz parzinho com esse quadro aqui. Teve uma época que meu vermelho preferido era o 46 da Anchor, agora acho que mudei para esse aí do quadro 897 da Anchor também.
Ainda na preguiça e ainda na bagunça. Hoje eu volto pra Santa Maria e terça-feira é a mudança.
Faz uns 3 dias que eu estou com uma tossinha enjoada, acho que estou ficando velha mesmo, minha caixinha de remédios tá transbordando hehe. É xarope, remédio antigripal, aqueles de azia, para dor de cabeça, para alergia... Mas confesso, eu odeio tomar remédio, evito ao máximo até aspirina.

Sexta-feira de Naipes

Uma das coisas que mais gosto de perder tempo com é jogar cartas, mas a maioria dos jogos de cartas só é divertido se jogado com pelo menos quatro pessoas e sinceramente, ainda não encontrei gente que goste tanto quanto eu de jogar hehe
Então, acabava sempre ficando na vontade. Até que mais ou menos um ano atrás, num domingo tedioso, eu descobri o Jogatina.
Pode ser manhã, tarde, noite ou madrugada. Sempre tem outros 3 maníacos como eu para jogar.
Mas o problema era que só podia jogar uma vez ao dia no plano gratuito e eu queria mais e mais. Aí, não aguentei e virei assinante do site.


E como cada participante tem dois minutos para fazer sua jogada, até dá pra encarar um crochezinho enquanto jogo.
Ah, o joguinho também testa tua paciência às vezes. Tem um chat embutido e ali vc pode dizer o que quiser e sempre tem um malandrinho que se acha f*d*.

Nessa semana foi só o que me apeteceu a fazer, sinceramente. Continuei uns bordados, mas faltou linha. Comprei linha e veio de um tom muuito diferente. Além do que, nessa minha vinda para Cruz Alta eu trouxe poucos bordados aí não tinha aquela variedade para eu me divertir hehe
Essa semana foi férias, férias mesmo. Pés para cima e TV.


(Des)Valorização do artesanato - parte 2



Olá! Continuei minha  pesquisa sobre artesanato e quem os faz para tentar entender um pouco sobre a desvalorização e o preconceito que a arte sofre.
Nas fotos são dois trabalhos que não fiz, mas que tive acesso pela vó que é uma grande amante do feito à mão. Ambos os trabalhos estão lindos, delicados e perfeitinhos. O que eu quero ressaltar é a diferença entre as pessoas que fizeram.

Ao lado, é um trabalho feito por uma pessoa que não tem artesanato como fonte de renda. É um pano de copa, com tecido nobre e vários detalhes. Feito em vagonite com aplicação de renda, fitinha temática.


Aqui, à direita, temos o trabalho de uma artesã que tem o artesanato como fonte de renda direta. Dá para ver que é um trabalho lindo, delicado, com avesso perfeito. Mas, o tecido é de baixa qualidade (não serve para secar a louça, que é a função da peça) e notamos também uma incrível diminuição de detalhes.




Ressalto que essa é só a minha opinião.
Em questão de preço de venda, acho que todas sabemos qual vale mais né? Mas é tão errado que chego a ficar sem palavras para escrever, a pessoa do segundo trabalho, a que precisa vender para viver não tem tempo ou dinheiro para incrementar o trabalho e por consequência tem um preço de venda menor em relação a outra artesã.
A artesã da primeira peça, usa o artesanato como renda complementar e até terapia e acaba conseguindo cativar mais atenção e um preço de venda muito maior. Eu me pergunto se a primeira artesã decidisse tornar o artesanato como renda principal, será que a qualidade iria cai? A demanda seria tanta que ela não teria mais tempo de criar sobre o básico? E não trazendo novidades, seria ela obrigada a baixar o preço?

O que é visível é que atualmente não se dá para viver como artesã somente e é exatamente isso que gostaria de mudar. Eu e a Vanessa estamos conversando sobre uma possível campanha e adoraríamos mais companheiras para elaborar, se for do interesse de alguém :) deixe um comentário ou mande um e-mail.

U900 - Banda de Amigurumis



Queimadas as gordurinhas dos trabalhos que ainda não tinha mostrado, hoje mostro um videozinho no mínimo engraçado. A música, eu direi, é péssima (no meu gosto) mas adorei a ideia.

Biscornus de Consciência


Também pedidos pela Joana.


Da primeira vez que eu bordei esses biscornus não conhecia pessoalmente ninguém que tivesse sofrido de câncer de mama, mas daquela época para cá uma professora minha teve e passa bem, mas perdi minha avó pelo mesmo motivo. Então, sempre é bom continuar insistindo na prevenção, principalmente se vc tiver histórico na família do câncer.


Em formato de biscornu é um lembrete diário, mas ainda assim um enfeite lindinho.

Vô e Vó


Vó Irena e vô Jarcy
Hoje, eles fazem 47 anos de casados. Um casalzinho que já superou tudo *-* e continuam aos beijinhos.
Dois filhos, meu tio, mais velho e minha mãe, o bebê.
Eu acho difícil imaginar mas eles já passaram mais tempo juntos do que separados. Tem três netas (incluindo eu) e um neto. Dois bisnetos e uma bisneta recém nascida.
E a minha relação com eles é tão forte que as vezes, ou melhor, frequentemente eles me chamam pelo nome da minha mãe, como se eu fosse filha deles :) a vó sempre diz que é minha mãe em dobro hehe
Parabéns pra vcs!

Quadro de Peixinhos Apaixonados


Meus peixes apaixonados foram inspirados numa obra de Romero Britto. Longe de mim me achar melhor que ele, mas eu prefiro o meu quadro, pelo simples fato que ele foi feito a quatro mãos e com muito carinho.
Sempre rola aquela história de preconceito por eu ser novinha e amar fazer artesanato, mas vários dos meus amigos já pedem coisas para mim. E nesse quadro foi assim. Eu e meu namorado o fizemos juntos. Escolhemos juntos, ele fez o risco e me ajudou a pintar algumas partes. E já escolhemos o próximo! hehe Já está riscado só falta pintar. O quadrinho já está pendurado na casa da sogra!

Não conhecia a história e quando li fiquei suspirando, então abaixo um trecho retirado do wikipédia sobre o Dia de S. Valentim:

"A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum já tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado. O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes. Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens davam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor…"  (fonte: wikipédia)