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Roendo Livros: O Caçador de Pipas


The Kite Runner – O Caçador de Pipas

Quando fui a Pelotas nas férias de inverno, minha tia me emprestou o Caçador de Pipas. Já tinha ouvido muito sobre o livro, sobre a fama fácil que obteve e estupendas críticas. Minha mãe havia lido mas nunca me contou muito sobre a história, ou seus personagens.
Comecei a ler, confesso que tive de ler o prólogo e o primeiro capítulo duas vezes (recém tinha terminado um outro livro que ainda não falei aqui), fui devorando as páginas pois é um livro facílimo de ler, linguagem atual e não muito subjetiva. Cheguei ao ponto crucial do livro na viagem de volta a querida terrinha, não sei se foi o balanço do ônibus ou a história, mas tive de baixar o livro e relaxar um pouco, eu não sabia se sentia pena pelo personagem molestado ou desprezo pelo personagem que não ajudou o amigo. Sinceramente casos como esses me deixam dividida, eu sei que o resultado foi uma náusea bem desagradável.
Mas, e tudo que importa é o mas, cheguei ao fim do livro. Achei bom, não tenho outras palavras para descrever.

Compre por R$27,90;
Baixe o livro aqui;
Tem mais de 8 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, sendo mais de 1 milhão de cópias vendidas no Brasil;

F.O. Vortex 5


Esse dishcloth fiz por experiência, realmente não é fácil de fazer, mas não é difícil também. Só tem que seguir a receita direitinho.
O fundo marrom da foto não realçou as cores, mas acreditem quando digo que ficou lindo.
A receita em inglês vc encontra aqui.
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Touca de Bebê

Essa era para ser para mim. Mas ficou muuuuito pequenina. Então ficou para bebê.






FO. Caixa de Manicure

Essa caixa é para esmaltes, acetona, algodão. Eu e a mãe fizemos em conjunto. Realmente ficou linda no banheiro, que é verde.
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FO. Love Bug Amigurumi


O arquivo em inglês é encontrado aqui. Eu ainda não traduzi para o português mas em breve traduzirei.
Eu adorei fazer, é rápido, fácil, colorido, bonito. Eu fiz em forma de chaveirinho, e tenho disponível ainda. Eu usei o editor de fotos do flickr, pela primeira vez, eu achei bem legalzinho, sem muitos recursos mas ótimo para colocar a marca d'água e arredondar os cantos.
Para adquirir ou encomendar mande um e-mail para:
rafahubner@gmail.com

Uptown Bag


Essa bolsa realmente me aborreceu demais, resolvi faze-la toda em pontos baixos. Um caos! Mas eu gostei do resultado final, estou usando para carregar meus tricôs. Usei linha camila fashion, agulha para crochê 3mm, de alça e barradinho usei um tecidinho que tinha encontrado em POA.

Bolsa Feltrada

Boa tarde!

Voltei de viagem, estou em casa agora. Essa bolsinha é receita da Samanta, feiticeira das agulhas, eu fiz em ponto barra 2x2, por isso não feltrou muito bem, na próxima farei só meia. É rápida, prática, linda, tudo de bom.



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rafahubner@gmail.com
posted by Rafa Hübner


Shake de Chocolate (testado e aprovado)

-1 copo de leite desnatado
-2 col (sopa) de leite em pó desnatado
-3 pedras de gelo
-1 col (sobremesa) de essência de baunilha
-3 col (sopa) de achocolatado em pó

Bater os ingredientes no liquidificador e servir em copos altos.
Rendimento: 1 porção
Calorias: 109 por porção

PS: receita retirada do site Boa Forma.

Live and don't regret it!

"Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas que nunca pensei que iriam me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei pra proteger, já falei não quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amada, mas também já fui rejeitada, fui amada e não amei, já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, "quebrei a cara" muitas vezes, já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial(e acabei perdendo). Mas vivi... E ainda Vivo! Não passo pela vida e você também não deveria passar. Viva!! "Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante." (Chaplin)
Post Scriptum: mensagem roubada do blog da Julie.

Eu, etiqueta

EU ETIQUETA

Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nessa vida,
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permência,
Indispensabilidade,
E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade,
Trocá-la por mil, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer principalmente.)
E nisto me comparo, tiro glória
De minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência
Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
Meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar
Cada vinco da roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.


Carlos Drummond de Andrade.